Uma das minhas cadelas passou o dia a trasladar ossos.
Mais propriamente maxilas e mandíbulas.
...
...
Pois
sexta-feira, 3 de julho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Morar em vivendas
Passei o dia a espirrar (constipação).
Agora, ao fim da tarde, o meu pai espirra.
E, logo a seguir, ouço a vizinha:
"Epá, os vizinhos estão todos doentes!"
Agora, ao fim da tarde, o meu pai espirra.
E, logo a seguir, ouço a vizinha:
"Epá, os vizinhos estão todos doentes!"
sábado, 20 de junho de 2015
Tia do coração (again)
Um dos meus melhores amigos foi pai!
Caraças pá.
Sinto-me uma miúda, parece que ainda ontem passeávamos de carro e íamos comprar chupas às bombas (sim, tínhamos atividades de lazer muito interessantes) e agora ele já é pai.
E eu sou uma tia do coração, cheia de orgulho
Caraças pá.
Sinto-me uma miúda, parece que ainda ontem passeávamos de carro e íamos comprar chupas às bombas (sim, tínhamos atividades de lazer muito interessantes) e agora ele já é pai.
E eu sou uma tia do coração, cheia de orgulho
sábado, 16 de maio de 2015
Pois...
Uma vez uma colega (trabalhadora-estudante) disse-me que uma das coisas boas de começar a trabalhar era que os fins-de-semana passavam a ser mesmo fim-de-semana (leia-se sem ter de estudar para testes ou fazer trabalhos).
Hum... Pois...
(Alguém me arranje um emprego bom!)
Hum... Pois...
(Alguém me arranje um emprego bom!)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Formiguinha
(imagem do google)
Só ontem: cerca de 50 kms entre dois dos meus locais de trabalho.
Estou cansada
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Para a minha irmã
As ideias principais deste post estavam pensadas há muito tempo. Até porque esta dedicatória é-te devida há ainda mais tempo. E agora parece que tudo me foge... portanto imagina que além do que aqui surgir, lês tudo aquilo que eu te quero dizer e que tu sabes.
Não sei se vais ler isto ainda hoje. Duvido que leias amanhã de manhã, talvez nem leias de tarde. Mas isso também não interessa. Até porque a ocasião acaba por ser só um motivo para me obrigar a escrever.
Eu sou assim calada e reservada e "coiso", como a nossa família nuclear é. Parece-me que não somos de palavras, somos mais de gestos, de sentimentos. E depois, às vezes, somos parvos e não dizemos o que queremos, o que estava mesmo aqui pronto a sair, o que o outro merecia ouvir (de tal modo que te surpreendes quando eu ligo só para falar um bocadito).
E por isso acho que nunca te disse que tenho muito orgulho em ti. Acho que nunca disse que admiro a tua força, coragem e determinação, o facto de estabeleceres objetivos e lutares para os alcançar, independentemente das dificuldades e das opiniões contrárias. Queres e fazes e pronto!
Dedicas-te às coisas, a várias coisas, e elas acontecem. Nem sempre é fácil, nem imediato, mas tu persistes e consegues.
E depois tens essa alegria, esse entusiasmo e um riso que contagia (e em que o pai repara sempre). Mas não és só ação, também és coração. És atenta, preocupada, compreensiva, tolerante, disponível para ajudar sempre que necessário. És tudo isso e mais. Bem mais, eu sei.
Em miúda queria muito ajudar-te, proteger-te. E tu querias era que eu te largasse, para fazeres tudo à tua maneira. Por isso, foste tu quem me ensinou que gostar é querer proteger e ajudar sempre (sim, ainda hoje), mas também é deixar ir, deixar viver, dar liberdade.
És a minha irmã mais nova, aquela que entende certas coisas melhor do que ninguém, porque só nós as vivemos assim, mas és também (e cada vez mais) uma grande amiga!
E isto tudo a propósito de mais uma etapa cumprida. Digo boa sorte ou digo parabéns? Não sei...
Irmã ;)
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
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