segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Para a minha irmã


As ideias principais deste post estavam pensadas há muito tempo. Até porque esta dedicatória é-te devida há ainda mais tempo. E agora parece que tudo me foge... portanto imagina que além do que aqui surgir, lês tudo aquilo que eu te quero dizer e que tu sabes.

Não sei se vais ler isto ainda hoje. Duvido que leias amanhã de manhã, talvez nem leias de tarde. Mas isso também não interessa. Até porque a ocasião acaba por ser só um motivo para me obrigar a escrever.
Eu sou assim calada e reservada e "coiso", como a nossa família nuclear é. Parece-me que não somos de palavras, somos mais de gestos, de sentimentos. E depois, às vezes, somos parvos e não dizemos o que queremos, o que estava mesmo aqui pronto a sair, o que o outro merecia ouvir (de tal modo que te surpreendes quando eu ligo só para falar um bocadito).
E por isso acho que nunca te disse que tenho muito orgulho em ti. Acho que nunca disse que admiro a tua força, coragem e determinação, o facto de estabeleceres objetivos e lutares para os alcançar, independentemente das dificuldades e das opiniões contrárias. Queres e fazes e pronto!
Dedicas-te às coisas, a várias coisas, e elas acontecem. Nem sempre é fácil, nem imediato, mas tu persistes e consegues.
E depois tens essa alegria, esse entusiasmo e um riso que contagia (e em que o pai repara sempre). Mas não és só ação, também és coração. És atenta, preocupada, compreensiva, tolerante, disponível para ajudar sempre que necessário. És tudo isso e mais. Bem mais, eu sei.
Em miúda queria muito ajudar-te, proteger-te. E tu querias era que eu te largasse, para fazeres tudo à tua maneira. Por isso, foste tu quem me ensinou que gostar é querer proteger e ajudar sempre (sim, ainda hoje), mas também é deixar ir, deixar viver, dar liberdade.
És a minha irmã mais nova, aquela que entende certas coisas melhor do que ninguém, porque só nós as vivemos assim, mas és também (e cada vez mais) uma grande amiga!

E isto tudo a propósito de mais uma etapa cumprida. Digo boa sorte ou digo parabéns? Não sei...

Irmã ;)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dúvidas existenciais

Para onde vão as melgas e os mosquitos quando o tempo fica frio? Migram como alguns pássaros?
E como é que fazem para voltar de um dia para o outro, mal o tempo aquece um bocadinho?

quarta-feira, 17 de setembro de 2014





Mais um para o top!
Pelo tema, pelas personagens e por retratar outra época. Recomendo.


(eu sei que isto se está a tornar um mostruário de livros, mas atenção que são de qualidade)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

E o leite vem do pacote

Hoje vi um miúdo de 9 anos (e, aparentemente, sem défice cognitivo) ficar admirado ao descobrir que os cães comem ossos.

Pais, levem os vossos filhos à aldeia. Assim de vez em quando, pelo menos, far-lhes-ia tão bem...

sexta-feira, 4 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Admirável Mundo Novo

Diretamente para o top ten