quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ofertas de emprego

Ando aqui numa fase esquisita que não sei se é de trabalho, se é de férias, se é de desemprego... Tem um pouco de tudo. (até já teve a ida mensal ao mecânico)
Então, como mais vale prevenir (e como no sítio onde "estou" mal chega para os arranjos do carro), tenho andado a ver ofertas de emprego. E há de tudo, como na feira. Só ontem vi ofertas a pedirem um cuspidor de fogo e um actor de stand-up comedy.
Ás tantas tenho de me dedicar a isso, porque na minha área tá mesmo mali, mali

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Algum especialista em desfazer bruxedos em veículos?

Só desde Janeiro já fui ao mecânico por:
- pastilhas dos travões
- pneu furado
- motor, ventoinha e afins circundantes
- embraiagem
- filtro do óleo

Carro rebocado: 2 vezes

Se alguém souber quebrar o bruxedo é favor avisar.

Para já, dou-me por muuuuuito satisfeita por nunca ter acontecido nada de mais grave que isto

segunda-feira, 23 de maio de 2011

(esta grande pausa deve-se ao facto de a minha net ter decidido tirar férias. já andei a ressacar, agora já começo a habituar-me. vamos ver quando é que isto volta ao normal)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

drs?

O propósito da conversa era outro, mas foi parar aos títulos. Dizia um dos meus alunos seniores:
- Eu não gosto de "doutores", eu gosto de pessoas!

Concordo.
E por isso quando me perguntam "como prefere que a trate?", eu respondo sempre "Com respeito".

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O meu melhor amigo dos tempos da universidade (e não só, felizmente!) vai casar muito em breve.
Não consigo deixar de saltitar entre o sorriso parvo de felicidade e o "ele vai casar? ahhhhhhhh!"

domingo, 10 de abril de 2011

alone

"The entire time, I was scared to death (...) You walked out the practice and left me alone.
I'm exausted, and you left me alone"


não é uma solidão despovoada, é antes aquela que se sente quando parece que carregamos tudo e todos, quando sentimos dar tudo de nós e receber quase nada em troca, de tal forma que ficamos exaustos.
e no final parece não haver ninguém ao lado a ver-nos e a importar-se, a perceber e a valorizar, a quem possamos recorrer para partilhar dores e alegrias, e para nos dar um pouco do colo que merecemos.