Quando, pela primeira vez, sugeri um "teatro", os miúdos adoraram a ideia. Tinha partes cómicas pelo que, à partida, seria divertido. Após muito ensaio e muita risota, aproximava-se a hora H quando o R. veio ter comigo:
- Sophia, não quero fazer aquele papel... as pessoas vão rir-se de mim...
- Elas não se vão rir de ti, vão rir da tua personagem. E se rirem óptimo, é sinal que estás a fazer um bom papel!
No final, o R. repetia, sorrindo: "eles riram muito". E nunca mais esqueceu esse personagem.
Hoje sugeri outro teatro. Ainda nem sabiam de que se tratava quando o R. me pediu: "Sophia, quero o papel mais ridículo que aí tiveres".
- Sophia, não quero fazer aquele papel... as pessoas vão rir-se de mim...
- Elas não se vão rir de ti, vão rir da tua personagem. E se rirem óptimo, é sinal que estás a fazer um bom papel!
No final, o R. repetia, sorrindo: "eles riram muito". E nunca mais esqueceu esse personagem.
Hoje sugeri outro teatro. Ainda nem sabiam de que se tratava quando o R. me pediu: "Sophia, quero o papel mais ridículo que aí tiveres".
