domingo, 1 de agosto de 2010

Sempre que vejo o Mário Augusto e o seu programa sobre cinema

Penso que nunca vi o E.T.. É uma vergonha, tenho de tratar disso

terça-feira, 27 de julho de 2010

"Semana de férias"

Esta pessoa desempregada que aqui escreve teve uma "semana de férias". Está entre aspas para que ninguém diga coisas como "de férias estás tu sempre". Além disso também está entre aspas porque ainda estou a descansar dessas férias.
Pois muito bem, tive a visita da minha cambada de primas (pronto, foram só 3) e nunca estivemos paradas. Houve idas ao Portugal dos Pequenitos, ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, ao Navio-Museu de Sto André, praia, mergulhos, passeios à beira-mar, banhos de sol, muito vento, jogos de cartas, muitos risos, comer tripas e bolacha-americana, idas ao rio, concertos, gelados depois da meia-noite. Deu para tudo, até para eu começar a acordar e a deitar-me mais cedo. Também deu para perceber que a minha paciência para pré-adolescentes é um bocado limitada e que às tantas não virei a ser uma mãe tão porreira como gostaria.
Não pude vir à net, não fui a dois concertos que queria, não saí com os amigos, mas estive com elas, as minhas miúdas que só costumo ver uma ou duas vezes por ano e que já estão tão grandes!
Ainda assim o balanço foi, claramente, positivo. Pelos menos para mim... Veremos se no próximo ano estão cá de novo. Entretanto ainda as irei chatear, lá no seu cantinho norte do país.

domingo, 18 de julho de 2010

Conclusões simples (e brilhantes)

Nem sei porque me lembrei disto agora, mas pronto:
Naquele dia da visita a Aveiro, enquanto esperávamos que o comboio começasse a andar, os miúdos olham pela janela e vêm um rapaz com um estilo muito Marilyn Manson (lentes de contacto incluídas). Isso deixou-os admirados pois, além de viúvas velhotas, nunca deviam ter visto alguém com tanta roupa preta, além da fita na cabeça, das botifarras e das luvas. O rapaz entrou no comboio (o que, felizmente, contribuiu para o silêncio intimidado da pequenada) e sentou-se na nossa direcção, embora um pouco afastado. Ao meu lado, sussurra uma das miúdas: "Ele deve gostar muito dos Tokio Hotel, até pinta as unhas de preto como eles!".
Pois, Sara, deve ser isso ;)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

By Sr. pai da Sophia II


"Estavas tão bem com essa carrapeta, com uma canga às costas a tirar água da mina"




(na foto, do Google, está o presidente do BES. Para quem necessitar há tradução da frase)

terça-feira, 6 de julho de 2010

Hoje portei-me tão bem

Em vez de começar um trabalho que tenho para fazer (interessantíssimo, claro!) fartei-me de jogar e ganhar nas Copas e no FreeCell, ouvi música e quase acabei o livro que ando a ler. Muito produtivo, como se vê. Portanto, agora, acho que mereço ir ver a Grey e o 5 para a meia-noite!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sábado foi o dia

Já tinha ido a Aveiro um sem número de vezes, até já tinha feito o percurso turístico (ir de lancha a S. Jacinto, pedalar de Buga, ir à Sé, visitar o Museu da Princesa Sta. Joana, conhecer a biblioteca da Universidade - do Sr. Siza, ...), mas nunca tinha andado de Moliceiro. Até que, no Sábado, os meus mini acompanhantes insistiram, insistiram e, democraticamente, eu acedi. Sentadinhos no José António (que é um maroto, ora reparem na foto) demos uma volta de quase uma hora pelos principais canais da cidade. Recomendo!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Caminhada III

Já devem haver poucos km's, ali para os lados de Arouca, que ainda não tenhamos percorrido. Desta vez o percurso foi mais curtinho e de baixa dificuldade (ainda bem!). Partimos de Regoufe, uma terrinha perdida no tempo (daquelas sem estrada alcatroada e cheiro a animais domésticos), no meio da serra, no fim de uma estrada cheia de curvas acentuadas e chegámos ao destino, a "aldeia mágica", Drave, que dava nome ao percurso. E mágica porquê se até está abandonada, se fica ainda mais no meio do nada, se não tem outros acessos que não por caminhos no monte? Talvez as fotos dêem algumas pistas.


E já no regresso a Regoufe apanhámos a hora de ponta daquela zona. Eram cabras, cabritos e bodes por todo o lado, a subir e descer a montanha com toda a habilidade. Ao longe pareciam apenas pedrinhas brancas e faziam lembrar um grande presépio. Eram as cabras de toda a comunidade, disseram-nos os pastores, os dois que naquele dia estavam destacados para a tarefa.