domingo, 20 de dezembro de 2009

Tenho mesmo de divulgar isto!














Na semana passada um aluno contou-me algo que leu no jornal e que agora eu quero partilhar. Ora bem, existem pacotes de açúcar mais largos e existem destes finos, como se vê nas imagens. Isso toda a gente sabe, o que podem não saber é que o sr que inventou estes finitos se suicidou! E porquê? Porque se sentiu imensamente frustrado e deprimido ao ver que as pessoas não tinham percebido o intuito da sua invenção. Tendemos a abrir o pacote como se vê na foto um, quando o sr os desenhou daquele modo para que fossem abertos como se vê na foto 2, de modo a que o açúcar caísse logo todo para a chávena (e sem pontas de papelinhos a voar!)
Quanto a vocês não sei, mas eu já decidi que a partir de agora vou abrir os pacotes como deve ser!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Fui lá outra vez...

Acho que já sei porque demoramos tanto para ser atendidos na Seg Social! As senhoras devem colar nas fotos do Reinaldo Gianecchini e do George Clooney que têm a embelezar a estante dos papéis!

PS: para o caso de haver aí alguém já a pensar que este blog devia ser encerrado e que eu devia ser processada por difamação, tenho a dizer que apesar de ter estado uma hora à espera fui bem atendida e as senhoras são simpáticas.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Na Seg. Social

A máquina das senhas e o ecrã que avisa qual o próximo número a ser atendido estavam avariados. Portanto tinhamos de tirar um ticket e esperar que nos chamassem.
Com toda a convicção, a senhora funcionária decidiu explicar: "a máquina está avariada por isso vamos chamar-vos manualmente"
Claro que toda a gente se fartou de rir!

Eu e o Luco

Eu e o Lu sempre gostámos de nos enfiar nas grades da varanda! Na prática acho que gostamos de nos enfiar em todo o lado onde caibamos os dois!

Ps: um agradecimento especial ao meu ajudante técnico!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

By: sr pai da Sophia - I

Sophia: "Ó Pai, podias pentear o cãozinho!"
Sr pai: "Não, ele disse-me que gosta de andar assim freak!"

domingo, 29 de novembro de 2009

Domingo de manhã

Ao Sábado, por norma, tenho de me levantar cedinho (lá prás seis e meia), por isso ao Domingo só tenho vontade de dormir até mais tarde. A vontade está lá, mas deixarem-me já é mais complicado! Ás nove tinha um cãozinho aos pulos em cima de mim, a pedir-me pra ir à rua. Lá o espantei e voltei a dormir. Às dez tinha um vizinho em altos berros com a mãe: "Tu não mandas em mim! Tu não mandas em mim! Porque eu já tenho X anos! E podes mandar a guarda atrás de mim, que eu não tenho medo deles!". Todo um drama! E eu que só queria dormir...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Avô Zé

Se o meu avô fosse vivo faria hoje 96 anos. O meu avô Zé...
Fez todo o sentido para mim quando a professora ensinou que avô se escrevia com acento circunflexo porque os avôs usavam chapéu! O meu usava! O meu avô andava sempre com o seu chapéu preto na cabeça, quase só o tirava para dormir.
Queria tentar explicar como ele era, pensei que ele merecia a homenagem, mas não sei se vou conseguir...
O meu avôzito era assim... Era calmo, era muito pacífico, era mesmo a paz em pessoa. A minha avó, pelo contrário era super activa, sempre a pensar e a fazer imensas coisas. E ele era a sua base, era talvez o seu chão, era o seu companheiro, enquanto que ela era tudo à volta dele.
Tinham 12 anos de diferença! Um dia alguém terá brincado com ele "ó Zé, andas a meter-te com a rapariga?", e ele negou, pois claro, ela era uma miuda. Afinal...
O meu avô adorava a sesta depois do almoço. E podia ir dormi-la aos sitios mais estranhos, onde estivesse mais fresco ou mais quente, conforme a época do ano. Tal como adorava o seu chapéu, um copito de vinho ao almoço e uma sopinha logo pela manhã.
Era simples, mas era querido por todos. E tinha um grande coração.
Em determinada altura eu fui operada, teria uns 14 anos. Ele não me foi visitar a Coimbra; a viagem ainda durava um pouco e ele não era muito dado a hospitais (a primeira vez que foi ao médico já teria mais de 70 anos). Mas quando eu cheguei a casa (à nossa casa) ele estava à minha espera à entrada... E quando me viu começou a chorar de felicidade! Nunca me esquecerei disso, do carinho que demonstrou ter por mim.
Era assim o meu avôzito. Era isto e muito mais. É muito mais para mim, tenho pena de não o conseguir transmitir.