sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Empreendedorismo
P. (7 anos): Olha, tenho aqui papéis com o nº de telemóvel da minha mãe escrito.
Sophia: E para que queres tantos papéis com o nº da tua mãe?
P.: Para vender! (olhando para mim como se dissesse "óbvio!")
Sophia: Para vender?!
P.: Sim! Já vendi muitos aos meus colegas. Cada um vale 2 euros!
Não sei para que é que os miúdos querem o nº, mas o P. descobriu ali um filão. Tinha o verso de cada papel numerado, como se fossem rifas e assim podia controlar as vendas. Agora está a pensar aumentar o preço.
Temos um novo Belmiro?
Sophia: E para que queres tantos papéis com o nº da tua mãe?
P.: Para vender! (olhando para mim como se dissesse "óbvio!")
Sophia: Para vender?!
P.: Sim! Já vendi muitos aos meus colegas. Cada um vale 2 euros!
Não sei para que é que os miúdos querem o nº, mas o P. descobriu ali um filão. Tinha o verso de cada papel numerado, como se fossem rifas e assim podia controlar as vendas. Agora está a pensar aumentar o preço.
Temos um novo Belmiro?
sábado, 12 de março de 2011
Perspectivas (ou como às vezes bastaria mudar as "lentes" com que vemos o mundo)
Quando, pela primeira vez, sugeri um "teatro", os miúdos adoraram a ideia. Tinha partes cómicas pelo que, à partida, seria divertido. Após muito ensaio e muita risota, aproximava-se a hora H quando o R. veio ter comigo:
- Sophia, não quero fazer aquele papel... as pessoas vão rir-se de mim...
- Elas não se vão rir de ti, vão rir da tua personagem. E se rirem óptimo, é sinal que estás a fazer um bom papel!
No final, o R. repetia, sorrindo: "eles riram muito". E nunca mais esqueceu esse personagem.
Hoje sugeri outro teatro. Ainda nem sabiam de que se tratava quando o R. me pediu: "Sophia, quero o papel mais ridículo que aí tiveres".
- Sophia, não quero fazer aquele papel... as pessoas vão rir-se de mim...
- Elas não se vão rir de ti, vão rir da tua personagem. E se rirem óptimo, é sinal que estás a fazer um bom papel!
No final, o R. repetia, sorrindo: "eles riram muito". E nunca mais esqueceu esse personagem.
Hoje sugeri outro teatro. Ainda nem sabiam de que se tratava quando o R. me pediu: "Sophia, quero o papel mais ridículo que aí tiveres".
quinta-feira, 3 de março de 2011
A amizade deles era assim... quase poesia
- Sabes, eu era capaz de pôr a minha vida nas tuas mãos sem qualquer medo...
- Assim tipo "toma lá esta caixinha, cuida dela"?
- Sim
E, os dois, (quase) começaram a chorar
- Assim tipo "toma lá esta caixinha, cuida dela"?
- Sim
E, os dois, (quase) começaram a chorar
terça-feira, 1 de março de 2011
Sempre a adiar
Algures no mês passado: Sophia Maria recebe carta. Lê a carta? Na diagonal, deve ter tempo... há coisas mais urgentes.
Hoje: Gasolina a acabar, luzinha da reserva acesa há muuuuuuitos kms. "Vou meter gasolina já no próximo posto, antes que o carro pare de vez". Põe 20 euritos e vai pagar. Cartão expirado. "Expirado??". Sim, expirou ontem. Por acaso na carteira há uma nota... de 20! "Bolas, o cartão novo estava naquela carta..."
Quando é que aprendo a tratar logo das coisas?
Hoje: Gasolina a acabar, luzinha da reserva acesa há muuuuuuitos kms. "Vou meter gasolina já no próximo posto, antes que o carro pare de vez". Põe 20 euritos e vai pagar. Cartão expirado. "Expirado??". Sim, expirou ontem. Por acaso na carteira há uma nota... de 20! "Bolas, o cartão novo estava naquela carta..."
Quando é que aprendo a tratar logo das coisas?
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